Antibiótico natural e sem efeito colateral... É possível??

Antibiótico natural e sem efeito colateral... É possível??

June 22, 2018

ANTIBIÓTICOS – O QUE SÃO?

 

Algumas vezes me pergunto o que seria da medicina moderna sem os antibióticos.

Por definição, um antibiótico é uma substância que combate o desenvolvimento e a proliferação de bactérias, levando-as à morte sem causar prejuízo às células sadias do organismo.

 

 

Via de regra, as bactérias invadem o organismo e se multiplicam rapidamente, podendo causar severos prejuízos ao hospedeiro. Quando esta invasão acontece, temos uma infecção.

 

Ao constatar a infecção o sistema imunológico começa a defender o organismo, devorando (fagocitando) as bactérias a fim de elimina-las. Mas nem sempre o organismo consegue por si só resolver o problema e se a bactérias for muito resistente ou muito agressiva, pode levar o hospedeiro à morte.

 

 

Os antibióticos devem ser usados como um reforço da ação imunológica, enfraquecendo, impedindo a reprodução ou causando a morte das bactérias. Mas o que vemos hoje é que a medicina é cada vez mais baseada no uso dos antibióticos de maneira descontrolada.

 

 

 

 

ANTIBIÓTICOS – A SOLUÇÃO!

 

Até o começo do século XX, não existiam medicamentos químicos como hoje. Tudo era muito precário, deficitário e a compreensão sobre como tratar a saúde tentava se engajar no campo da ciência ao mesmo tempo que ia gradativamente se desligando das tradições, como no caso do uso da hidroterapia e da fitoterapia.

 

Se pararmos para pensar, até o final da Segunda Guerra Mundial, a medicina era baseada em plantas. O médico vinha até a sua casa e te receitava chás, compressas, banhos xaropes e elixires... Muitas vezes que ele mesmo preparava.

 

Nesse tempo, não existiam laboratórios que sintetizassem moléculas artificiais para agir de determinada forma no organismo. De verdade nem se compreendia bem o que era uma molécula naquele tempo e as cirurgias eram realizadas com instrumentos como arco de pua, serrote e formão.

 

 

Mas em 1929, um cientista escocês chamado Alexander Fleming, descobriu que um fungo que ele estudava produzia uma substância desconhecida capaz de impedir a proliferação de bactérias em seu experimento. O fungo pertencia ao gênero Penicilum e esta substância foi chamada de Penicilina, o primeiro antibiótico conhecido pela medicina!!

 

 

Por ser uma substância produzida diretamente por um fungo, podemos considerar que a Penicilina era um medicamento natural também. Mas como hoje a demanda por antibióticos é cada vez maior, temos no mercado uma grande quantidade de substâncias sintéticas que simulam de alguma forma a ação da penicilina, mas que são produzidas em larga escala para atender ao mercado internacional.

 

Hoje temos a Amoxicilina, a Ampicilina, a Gentamicina, a Neomicina... Todos medicamentos derivados sinteticamente da original Penicilina.

 

 

ANTIBIÓTICOS – O PROBLEMA!

 

No início, estes medicamentos eram usados em casos extremos, como graves infecções. Era o caso da pneumonia e da tuberculose, por exemplo. Mas hoje, o quadro mudou. Os antibióticos estão na lista dos medicamentos mais utilizados no mundo.

 

Aparentemente, a maioria dos protocolos médicos envolvem um antibiótico e mesmo quando o problema é uma simples dor de garganta, lá vem a prescrição de um potente antibiótico.

Num primeiro momento, isso parece muito bom!! Tenho uma infecção bacteriana e lanço mão de um medicamento que vai me resolver o problema, certo?? Nem sempre...

 

Existem alguns problemas decorrentes do uso excessivo de antibióticos e eles são cada vez mais preocupantes.

Um deles é o enfraquecimento do nosso sistema imunológico. Pode parecer que não, mas cada infecção que enfrentamos fortalece nosso organismo. Isso se dá porque nossos leucócitos (células brancas de defesa) aprendem a se defender dessas bactérias.

 

 

A cada novo ataque, um registro é criado e pode ser usado no futuro por essas células a fim de combater um novo ataque. Exemplo disso são as vacinas, que nos infectam com bactérias mortas ou enfraquecidas a fim de que nosso sistema imunológico aprenda a se defender de doenças como caxumba, catapora, sarampo, poliomielite, etc.

 

Quando o antibiótico entra no sistema, ele passa na frente dos leucócitos. Antes que eles possam tomar a decisão de agir e destruir as bactérias, o antibiótico já chegou e já interferiu no processo. Assim vemos as pessoas cada vez mais dependentes dos antibióticos.

O outro problema é que as bactérias ficam cada vez mais fortes por conta da ação dos antibióticos. Isso é um processo de seleção artificial das bactérias mais fortes. Não entendeu??

 

Vou explicar...

 

Existe um grupo de um milhão de bactérias causando resfriado em você. Parecem todas iguais, mas são diferentes entre si. Algumas mais fracas, outras mais fortes. Elas atacaram seu organismo e você escolheu usar um antibiótico qualquer.

99,7% das bactérias foram mortas por ação deste antibiótico, mas 0,3% delas não morreu. Elas resistiram porque eram mais fortes.

 

Quais são as bactérias que vão se reproduzir e gerar novas linhagens para atacar nosso organismo da próxima vez?

 

Obviamente, as mais fortes!

 

Quando você estiver com aquele resfriado novamente, vai querer se valer mais uma vez do antibiótico. Mas desta vez, uma coisa estranha acontece... ele não funciona tão bem! O que aconteceu??

 

Como as bactérias que te infectaram eram descendentes das mais fortes, elas são mais resistentes ao antibiótico. Então seu médico, inconformado, te prescreve um novo antibiótico, desta vez muito mais forte.

 

Ele funciona, mas repete o resultado anterior. Elimina 99,7% das bactérias e um pequeno percentual das mais fortes permanece e se multiplica.

 

E da próxima vez que você estiver resfriado, você precisará de um antibiótico mais forte, e mais forte e mais forte. Mas existe um limite para a ciência desenvolver seus fármacos sintéticos. Chegamos num limite em que muitas vezes os antibióticos não funcionam mais.

 

Sem querer criamos as chamadas superbactérias, que causam infecções hospitalares capazes de matar o paciente em pouco tempo. E para elas, não existe antibiótico capaz de resolver o problema.

 

Temos assim os dois grandes problemas do uso excessivo e descontrolado de antibióticos pela nossa sociedade. O primeiro é a incapacidade do nosso sistema imunológico aprender a se defender sozinho. O segundo a criação das bactérias super-resistentes aos antibióticos.

 

ANTIBIÓTICOS SÃO SEGUROS?

 

Na minha opinião, se as pessoas conhecessem melhor os efeitos colaterais dos medicamentos em geral, os usariam muito menos.

 

Não é diferente com os antibióticos. Eles trazem uma série de prejuízos ao nosso organismo e quando fazemos uso dessas substâncias nos expomos a graves riscos. Seu medico vai dizer que a probabilidade é pequena e que são raros os casos em que esses efeitos acontecem. Mas mesmo pensando assim, eu duvido que ele aceite participar de uma rodada de roleta-russa, não é mesmo?

 

As chances da arma disparar são pequenas, mas pode ser que aconteça e com certeza você não quer entrar para a estatística de pessoas desafortunadas que manifestaram os efeitos colaterais, não é mesmo?

 

Os riscos existem com certeza e ninguém quer expor a si mesmo, seus pais, seus filhos a este risco.

 

Para você ter uma noção, eu escolhi um dos antibióticos mais comuns utilizados no brasil e que com certeza você ou alguém em sua casa já fez uso. E provavelmente ninguém parou para ler a bula na seção de efeitos colaterais e reações adversas, não é mesmo??

 

Por isso eu mesmo li a bula da Amoxicilina e resolvi transcrever aqui uma parte dos efeitos colaterais que me chamou mais atenção.

 

 

AMOXICILINA - Reações adversas

  • Diarreia

  • Náusea e vômito

  • Rash cutâneo, urticária e prurido.

  • Leucopenia (perda de glóbulos brancos)

  • Trombocitopenia (perda de plaquetas)

  • Anemia hemolítica (destruição de glóbulos vermelhos do sangue)

  • Reações alérgicas graves, anafilaxia (reação alérgica crítica que pode levar a morte)

     

     

  • Hipercinesia (movimentação descontrolada do corpo), vertigem e convulsões

  • Colite hemorrágica

  • Língua pilosa negra

  • Descoloração dos dentes em crianças

  • Hepatite e icterícia

  • Necrólise epidérmica tóxica (a pele se abre em escamas e forma feridas que podem levar a morte)

  • Dermatite bolhosa e esfoliativa (inflamação da pele com formação de bolhas e lesões)

     

  • Exantema pustuloso generalizado (formação de bolhas por todo o corpo com pus

  • Candidíase

  • Nefrite intersticial​

 

  •  

     

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aí eu te pergunto... Quando seu médico te indicar Amoxicilina para a dor de garganta do seu filho, qual será a sua decisão??

 

É preciso fazer uma reflexão importantíssima sobre a forma como estamos cuidando da nossa saúde e da saúde de nossa família hoje. Ou tomamos novas decisões e fazemos novas escolhas agora, ou pode ser que amanhã o futuro seja muito mais complicado.

 

 

E AS ALTERNATIVAS?

 

Com certeza existem alternativas viáveis e eficientes que não causam tantos problemas à nossa saúde. Afinal, não adianta desvestir um santo para vestir o outro, como se diz por aí.

Logicamente o que eu tenho para te mostrar aqui e que eu acredito que realmente pode mudar sua relação com a sua saúde são as plantas.

 

Algumas delas trazem princípios farmacológicos tão eficientes quando alguns antibióticos químicos. Na verdade, em alguns casos, sua eficiência é maior!

 

Hoje já conhecemos plantas cuja ação antibiótica é eficiente até mesmo em casos de bactérias resistentes aos fármacos sintéticos. E em alguns casos, sua ação complementar melhora significativamente o resultado dos medicamentos convencionais.

 

E sabe o que é o melhor??

 

As plantas que eu tenho pra te mostrar aqui ou são livres de efeitos colaterais e podem ser consumidas sem riscos, ou tem efeitos colaterais tão suaves e insignificantes que não causam preocupação... não passam nem perto do risco de se tomar amoxicilina.

 

Ainda, todas as informações que tenho pra você a partir de agora foram colhidas em fontes seguras, em pesquisas científicas que atestam sua veracidade e algumas delas podem te impressionar.

 

Acompanhe comigo:

 

 

Saião (Bryophyllum pinnatum) – potente antimicrobiano e combate até mesmo bactérias resistentes aos antibióticos convencionais. Ainda auxilia na cicatrização e controla sangramentos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abacaxi (Ananas comosus) – Suas cascas são ricas em bromelina que, além de ter potente

 

ação antibiótica, ainda melhora a ação dos antibióticos químicos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mangueira (Mangifera indica) – Principalmente a casca é rica em mangiferina, que tem potente ação anti-inflamatória e antibiótica, principalmente contra bactérias pulmonares.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cajueiro (Anacardium occidentale) - Tanto as cascas quanto as folhas foram testadas como antibiótico e seus resultados foram muito eficientes contra vários tipos de microorganismos, em alguns casos com resultados mais eficientes que a ampicilina. No caso de infecção generalizada o extrato da casca do cajueiro evitou 100% da morte das cobaias, resultado idêntico à do medicamento padrão usado como comparativo.

 

 

Romã (Punica granatum) – O extrato das cascas do fruto tem potente ação contra diversos tipos de bactérias. Deve-se ter cuidado com o uso interno excessivo, já que altas doses pode ser tóxica.

 

 

 

 

 

 

 

 

Jenipapo (Genipa americana) – O extrato dos frutos tem uma potente ação antibiótica de grande espectro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Erva-baleeira (Varronia verbenacea) - Apresenta excelente ação antibiótica e quando comparada a antibióticos convencionais, demonstrou melhores resultados em alguns casos. Ainda, quando usado em conjunto com antibióticos convencionais, a baleeira tem a capacidade de potencializar o tratamento. Baleeira se apresenta como uma opção para o tratamento de bactérias resistentes a antibióticos convencionais.

 

Chanana (Turnera ulmifolia) - Como antibiótico, os extratos de chanana foram capazes de potencializar a ação de antibióticos convencionais, como clorpromazina na canamicina, gentamicina e neomicina, contra bactérias resistentes. Ainda testado no controle de vários tipos de bactérias e fungos, os resultados foram bastante promissores, principalmente contra Staphylococcus aureus, Klebisiella pneumoniae e Escherichia coli.

 

 

 

 

 

 

Assa-peixe (Vernonia polyanthes) – Excelente ação antibiótica contra vários tipos de bactérias

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Primavera (Bougainvillea sp.) - Como antibiótico, o extrato das flores de primavera de cor

 branca, laranja e rosa claro tem potente ação antibiótica. Quanto as folhas, em alguns casos a ação pode ser melhor que alguns antibióticos convencionais. Não usar as folhas em casos de anemia.

 

 

 

 

 

 

 

Mil-em-rama (Achillea milefolium) - Como antibiótico, os extratos da planta foram comparados com vários antibióticos convencionais do grupo da penicilina e seu resultado foi muito próximo e em alguns casos superior na inibição do desenvolvimento de bactérias.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Erva-de-santa-luzia (Euphorbia hirta) – Potente ação antibiótica contra vários tipos de bactérias.

 Excelente no tratamento da conjuntivite bacteriana.

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