SUA SAÚDE CABE NO SEU BOLSO?

Os custos com saúde só aumentam, em contraponto parecem cada vez menos eficiente. E agora, o que fazer?

É sabido que a manutenção da saúde é essencial à vida. Nesse sentido, estar preocupado com nosso bem-estar é um compromisso conosco do qual nunca devemos abrir mão. Acontece que esta preocupação pode inspirar gastos.


Estudos na área de saúde hoje apontam que as famílias brasileiras, gastam em média, 20% de seu orçamento mensal com saúde. Isso significa que uma família com renda mensal em torno de R$2.500,00 chega a investir R$500,00 por mês em medicamentos, consultas ou planos de saúde e nem se dá conta disso. Por exemplo, uma pessoa que precise tomar um antibiótico por conta de uma infecção ou inflamação, gastaria de R$50 a R$ 100, considerando as opções mais populares do mercado. E a lista seria imensa caso fosse possível enumerar todos os medicamentos utilizados pra tratar as enfermidades da população brasileira. Nesse contexto, é preciso refletir sobre o quanto estamos enriquecendo a indústria farmacêutica, que lucra justamente quando estamos doentes. Então, qual seria o interesse deles em nos curar de forma efetiva analisando a situação a partir deste ponto de vista? Outro dado alarmante, divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), é que as famílias de menor poder aquisitivo, gastam mais na compra de remédios do que com ações preventivas com a saúde. O que significa que as pessoas não estão tratando a raiz dos problemas, mas apenas combatendo os sintomas de forma isolada, o que torna a população cada vez mais dependentes da saúde pública, sobrecarregando o sistema que já é falho. A situação é tão complexa, que um estudo internacional realizado pela McKinsey & Company é divulgado pelo Instituto Coalizão Saúde, indica que existe uma previsão de que o gasto com saúde no país pode chegar a um quarto do PIB até 2030.

O Brasil ocupa a sexta posição no ranking de países que mais consomem medicamentos no mundo, ficando atrás da Rússia e da China. Os EUA ocupam o primeiro lugar na lista. Os medicamentos mais comprados por aqui são os descongestionantes nasais, anti-inflamatórios, pomadas e cremes, analgésicos, relaxante muscular, colírios para alergia, dentre outros.



Por que esses remédios são comercializados em larga escala sendo que estão cheios de contraindicações e efeitos colaterais? Eles poderiam ser facilmente substituídos por plantas medicinais com princípios ativos de ação equivalente, mas esse conhecimento não chega à população.


Mediante este cenário, surge uma gama variada de práticas terapêuticas com o intuito de tratar o ser humano de uma forma mais holística e de uma perspectiva mais integrada. Essas terapias atuam de forma mais eficiente que os métodos convencionais, porque elas levam as pessoas a entenderem a origem de seus problemas e tratar suas raízes. Assim, uma perspectiva de cura torna se maior, já que essas práticas não se restringem a tratar os sintomas apenas, mas aquilo que os desencadeou. Técnicas como aromaterapia, cromoterapia, acupuntura e fitoterapia são a prova real de que os tratamentos alternativos funcionam.

Um exemplo disso é o Projeto Autor da Própria Saúde, um canal no YouTube que até o presente momento (outubro de 2017), atingiu a marca de 150 mil inscritos e divulga o poder medicinal das plantas. Este projeto tem como principal objetivo resgatar o conhecimento ancestral sobre as plantas e cuidados com a saúde e difundir estas informações, levando as pessoas a uma reflexão sobre o que é a saúde verdadeira. Você pode saber mais sobre este projeto acessando o seu canal no YouTube, o site e a sua página no Facebook.



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Ana Paula dos Santos
Caraguatatuba-SP
Daniel Forjaz
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